Prova às Cegas
Convida a comparar duas execuções com o mesmo critério antes de revelar como cada uma foi produzida.
Entenda o ângulo
Apresenta duas versões de uma peça ou processo sem identificar sua origem inicialmente. A audiência escolhe com base em critérios observáveis e só depois descobre o método por trás das opções. O mecanismo depende da justiça da comparação, não de uma revelação fabricada.
Quando usar
Quando é possível mostrar duas peças reais ou claramente demonstrativas feitas com o mesmo briefing, condições comparáveis e critérios de avaliação explícitos.
Exemplo BRABO
Tela dividida em A e B, com duas headlines criadas para o mesmo produto fictício. 'Você colocaria seu dinheiro em qual?' Primeiro aparecem os critérios: clareza, especificidade e aderência à oferta. Só depois vem a revelação do processo de criação. Nenhuma das duas é apresentada como vencedora em vendas.
Como executar
Fixe um único briefing; crie ou selecione duas execuções comparáveis; oculte a origem; convide a julgar por critérios definidos; revele o método sem inventar superioridade ou resultado de teste.
Formato sugerido: estático A/B, carrossel com revelação ou vídeo de escolha antes da identificação
Modo de execução
Cole na mesma conversa em que você já fez o diagnóstico com o COPY BRABO. O prompt aproveita esse contexto.
Prompt autossuficiente para ChatGPT, Claude, Gemini ou outra IA. Se faltar algum dado da sua oferta, a IA pergunta antes de criar.
Prompt
CRIATIVO BRABO / COFRE | FILE 080 | PROVA ÀS CEGAS Continue esta conversa aplicando COPY BRABO 2.5. Aproveite o diagnóstico já estabelecido sobre público, desejo, crença, oferta, mecanismo, prova, canal e voz. Preserve as decisões feitas e a função comercial da peça. Se uma informação crítica estiver ausente, marque a lacuna em vez de inventá-la. ÂNGULO: Prova às Cegas. Apresenta duas versões de uma peça ou processo sem identificar sua origem inicialmente. A audiência escolhe com base em critérios observáveis e só depois descobre o método por trás das opções. O mecanismo depende da justiça da comparação, não de uma revelação fabricada. QUANDO USAR: Quando é possível mostrar duas peças reais ou claramente demonstrativas feitas com o mesmo briefing, condições comparáveis e critérios de avaliação explícitos. MOVIMENTO CRIATIVO: Fixe um único briefing; crie ou selecione duas execuções comparáveis; oculte a origem; convide a julgar por critérios definidos; revele o método sem inventar superioridade ou resultado de teste. CRITÉRIO QUE DIFERENCIA ESTE ÂNGULO: A comparação deve ser cega de verdade: mesmo briefing, mesma finalidade e critérios anteriores à revelação. A surpresa revela método ou qualidade percebida, nunca uma vitória estatística não medida. EXEMPLO ILUSTRATIVO, APENAS PARA ENTENDER O RACIOCÍNIO (não reciclar a frase): Tela dividida em A e B, com duas headlines criadas para o mesmo produto fictício. 'Você colocaria seu dinheiro em qual?' Primeiro aparecem os critérios: clareza, especificidade e aderência à oferta. Só depois vem a revelação do processo de criação. Nenhuma das duas é apresentada como vencedora em vendas. EXECUÇÃO COM COPY BRABO: Use o posicionamento, os argumentos e o tom já definidos nesta conversa. Proponha dois criativos para o MESMO briefing e formato: um com a abordagem usual do mercado e outro com uma abordagem justificada pela estratégia da marca, sem criar uma caricatura fraca para favorecer o segundo. Formule critérios explícitos de comparação (clareza, pertinência, especificidade, tensão e fidelidade à oferta). Apresente a experiência em três quadros: escolha cega, critérios, revelação da construção. Se não houver dados reais, diga que a escolha do público mede preferência percebida e não vendas. Entregue texto e direção visual para os quadros e uma versão curta para estático. LIMITE: Sem números inventados, votos falsos ou alegações de CTR/CPA. Se só houver dois conceitos hipotéticos, rotule como simulação e não afirme superioridade comprovada. Escreva como uma pessoa normal com boa observação, sem jargão automático, senso de urgência artificial ou pitch obrigatório. Preserve a verdade da oferta e adapte a força e o tom ao público. Entregue uma peça utilizável, com orientação visual que um designer consiga executar.
COFRE / PROMPT INDEPENDENTE | FILE 080 | PROVA ÀS CEGAS Atue como diretor criativo de resposta direta, com raciocínio comercial e linguagem natural em português brasileiro. Não presuma acesso a nenhuma conversa anterior, skill ou memória. Use somente fatos fornecidos, sem inventar prova, números, depoimentos, prazos ou garantias. BRIEFING: Se faltarem dados essenciais, pergunte de uma só vez: o que vendo e como funciona; para quem e qual problema/desejo; canal/objetivo e voz. Se já houver contexto, aproveite-o e siga sem questionário. ÂNGULO: Prova às Cegas. Apresenta duas versões de uma peça ou processo sem identificar sua origem inicialmente. A audiência escolhe com base em critérios observáveis e só depois descobre o método por trás das opções. O mecanismo depende da justiça da comparação, não de uma revelação fabricada. QUANDO USAR: Quando é possível mostrar duas peças reais ou claramente demonstrativas feitas com o mesmo briefing, condições comparáveis e critérios de avaliação explícitos. MOVIMENTO CRIATIVO: Fixe um único briefing; crie ou selecione duas execuções comparáveis; oculte a origem; convide a julgar por critérios definidos; revele o método sem inventar superioridade ou resultado de teste. DIFERENCIAL DE MECANISMO: A comparação deve ser cega de verdade: mesmo briefing, mesma finalidade e critérios anteriores à revelação. A surpresa revela método ou qualidade percebida, nunca uma vitória estatística não medida. EXEMPLO DE RACIOCÍNIO (não copiar): Tela dividida em A e B, com duas headlines criadas para o mesmo produto fictício. 'Você colocaria seu dinheiro em qual?' Primeiro aparecem os critérios: clareza, especificidade e aderência à oferta. Só depois vem a revelação do processo de criação. Nenhuma das duas é apresentada como vencedora em vendas. INSTRUÇÕES PARA CRIAR: Peça o mesmo briefing para duas versões com condições equivalentes; não invente uma peça "ruim" só para a outra ganhar. Defina critérios de avaliação antes da comparação. Crie uma dinâmica de escolha cega com cartões A e B, perguntas ao público, revelação dos processos e roteiro visual. Se a origem das peças não puder ser demonstrada, identifique-as como exemplos de métodos simulados. Não use vendas, métricas ou depoimentos não fornecidos. CHECAGEM: Sem números inventados, votos falsos ou alegações de CTR/CPA. Se só houver dois conceitos hipotéticos, rotule como simulação e não afirme superioridade comprovada. Escreva como uma pessoa normal com boa observação, sem jargão automático, senso de urgência artificial ou pitch obrigatório. Preserve a verdade da oferta e adapte a força e o tom ao público. Entregue uma peça utilizável, com orientação visual que um designer consiga executar.